SOLENIDADE DE JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO

Era o dia 24 de novembro de 2019. Acende-se o Círio Pascal, no presbitério da Igreja São José. Entroniza a procissão inicial, precedida de acólitos, Ministros da Eucaristia, as nove pessoas, que receberiam a primeira comunhão e os portadores da “Capelinha São José” (que se encontravam hospedadas em prédios vizinhos à Igreja), em número de 40, encerrada com o celebrante, Pe. José Cláudio. Diante do altar, o celebrante entoou o Sinal da Cruz em canto acompanhado pelos presentes à missa. Prosseguiu-se a missa, cantando-se o “Glória”, enquanto os fiéis erguiam os braços em gestos de saudação.

Padre Cláudio declina os nomes de todos que iriam receber a Sagrada Eucaristia pela primeira vez, vale dizer, receber a Primeira Comunhão. Todos adultos. Fez-se a Primeira Leitura (2Sm 5, 1-3), que narra a unção de David com Rei de Israel, seguida do cântico do Salmo Responsorial (versículos da Sagrada Escritura). Em seguida, acólito leu o Santo Evangelho (Lc 23, 35-43), que narra parte do episódio de crucificação de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde o Evangelista Lucas detalha o deboche e o aviltamento do Cordeiro de Deus pelos soldados romanos encarregados do ignominioso sacrilégio, mas que, ao final redundou na gloriosa Assunção de Nosso Senhor. Os mistérios de Deus são insondáveis.

Na homilia, Padre Cláudio ressaltou que o reino de Deus deve ser compreendido a partir da vinda de Jesus. Destacou os “conceitos errôneos sobre a imagem de Deus”, como “Deus lá em cima e nós aqui em baixo”. Ao contrário, ressaltou, “devemos estar coladinhos a Deus. Por isso Jesus veio. O Deus de Jesus é simplicidade” desmitificando a imagem simbólica de Deus, como de metal precioso. “A coroa de Jesus é de espinho, não de ouro e prata.” Continuou pregando, dizendo que deve haver “uma experiência interna no coração de cada um, para ver Jesus.”

“Jesus olha com olhar de misericórdia, com carinho. Jesus é o reino da Misericórdia”, continuou, alertando, contudo, que “Jesus está sempre presente conosco, mas cada um deve cuidar de sua vida, não dependendo só de Jesus”. Ele está sempre pronto para acolher-nos, mas a decisão de ir até Ele depende de cada qual. Jesus está sempre pronto a acompanhar-nos no nosso caminho, amparando-nos e reconfortando-nos com sua presença misericordiosa. Basta fecharmos os olhos, para vê-lo ao nosso lado.

Celebrou-se a Eucaristia, em seguimento. Deu-se continuidade à cerimônia. O celebrante convida os “missionários das Capelinhas São José” e os que iriam fazer a primeira comunhão a se postarem diante do altar. Os comungastes dirigem-se então ao Círio Pascal para, através da chama ali flamejante, acenderem as velas que portam. Após, perfilam-se diante do altar.

“Qual a festa mais importante da nossa fé?”, indaga Padre Cláudio. “A Páscoa”, ele mesmo responde. “O que vocês reclamam? A Luz”, disse. Declarou-se a Profissão de Fé (o Credo). Os comungantes levantam as mãos em oração conjunta do PAI NOSSO.

No rito da Liturgia da Eucaristia, o celebrante convida todos os comungantes a se aproximarem do altar. Acendem novamente as velas que portam e se postam ao lado do sacerdote, que ministra a Eucaristia aos nove cristãos que fazem sua Primeira Comunhão, Sacramento da Igreja instituído pelo próprio Jesus Cristo, quando da última Ceia, realizada com seus 12 discípulos, proferindo então as palavras que operam o mistério da Eucaristia: “TOMAI E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS” e, ao final da ceia, tomando o cálice: “TOMAI, TODOS, E BEBEI. ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE. O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MINHA MEMÓRIA DE MIM”. Por essa entrega, a humanidade foi remida. A comunhão é, pois, a participação dos católicos no milagre da Eucaristia, pela infinita bondade e, misericórdia e amor de Deus. Jesus Cristo faz de nosso corações sua casa, trazendo Consigo o beneplácito da esperança o convívio eterno da bem-aventurança. É a LUZ pela qual ansiávamos e que se transpôs as portas do túmulo na ressureição, para atingir a todos nós, criaturas e filhos do PAI.

Antes da Bênção Final, Padre Cláudio convida os pais que estavam acompanhados de crianças a subirem no presbitério, assim como os missionários portadores das “Capelinhas São José”. Junto com o celebrante, as crianças rezam “Santo Anjo do Senhor”.

Fez as comunicações finais, lembrando aos presentes a importância do DÍZIMO, com o qual todo fiel deve contribuir, espontaneamente, segundo suas possibilidades e consciência, para a manutenção da Paróquia e suas obras sociais. Abençoou a todos os que participaram da celebração da Santa Missa, desejando-lhes paz e proteção Divina.

Evaldo José de Oliveira

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