CONHEÇA A HISTÓRIA DA PADROEIRA DO BRASIL

Dom Pedro I, durante sua viagem ao Rio de Janeiro e São Paulo, passou no Santuário de Aparecida. D. Pedro,
caso resolvesse favoravelmente sua complicada situação política. Isto ocorreu no dia 22 de agosto de 1822. Quinze dias depois, em 7 de setembro, em São Paulo, nascia o Brasil independente, pelo brado histórico do príncipe que se tornaria o primeiro imperador com o
nome de D. Pedro I.
O imperador Dom Pedro II e a imperatriz Teresa Cristina estiveram em 1843 e em 1865 na capela de Aparecida, para rezar diante da imagem.

A festa da Aparecida no ano de 1868, até então celebrada em 8 de dezembro, Dia da Imaculada Conceição, foi encerrada com a participação de uma pessoa especial. A princesa Isabel, herdeira do trono brasileiro, quis participar das celebrações ao lado de seu marido, o Conde d’Eu, na esperança de obterem da Senhora Aparecida a graça de um herdeiro.

Anos depois, em 1884, a princesa Isabel voltava a Aparecida em reconhecimento pela graça recebida. Feliz, vinha acompanhada não só do esposo, mas dos três herdeiros, os príncipes D. Pedro, D. Luís e D. Antonio.
A princesa novamente quis honrar a imagem da Senhora Aparecida oferecendo-lhe dessa vez, uma coroa de ouro 24 quilates, 300 gramas, cravejada de brilhantes. Essa mesma coroa serviu, vinte anos depois, para a solene coroação da Imagem, por ordem do Papa São Pio X.

INAUGURAÇÃO  DA MATRIZ BASÍLICA

Em 24 de junho de 1888 Dom Lino D. R. de Carvalho, bispo de São Paulo inaugurou a igreja conhecida como ‘Igreja de Monte Carmelo’ (Basílica Velha). Essa construção teve como personagem principal Frei Joaquim do Monte Carmelo, pois foi ele quem se dedicou integralmente aos projetos dessa obra.

A igreja, hoje denominada Basílica Velha, foi reformada e ampliada em 1768. O primeiro vigário do Santuário foi o padre Joaquim Pereira Ramos. Em 1817 a Igreja recebeu uma aquarela feita pelo pintor austríaco Thomas Ender, por ocasião de sua passagem pelo Santuário. No ano de 2004 a Matriz Basílica de Aparecida passou por uma restauração, a sua reinauguração foi em fevereiro de 2015.
Em 1893 houve muitas mudanças significativas com a criação da Paróquia de Aparecida e a concessão à “Basílica Velha” do título de Episcopal Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, assinada por Dom Lino Deodato Rodrigues, Bispo de São Paulo em 28 de novembro.

A CHEGADA DA CONGREGAÇÃO REDENTORISTA

Em 1894 os Missionários Redentoristas chegam a Aparecida, provenientes da Baviera, Alemanha, para se dedicarem ao cuidado pastoral do novo Santuário, onde permanecem até os dias atuais. A Congregação do Santíssimo Redentor assinou o contrato assumindo oficialmente o Santuário de Aparecida em janeiro de 1895.

A primeira ideia de construção surgiu em 1917, por ocasião das celebrações do bicentenário do Encontro da Imagem. O projeto tomou forma ainda sob o arcebispado de Dom Duarte Leopoldo e Silva em São Paulo, mas sua realização estava condicionada à conclusão das obras da Catedral da Sé.

Simbolicamente, o local das futuras obras recebeu, no dia 8, uma procissão com a imagem de Nossa Senhora Aparecida.
A solenidade de lançamento da pedra fundamental do novo Santuário teve a participação do clero e de autoridades civis em 10 de setembro de 1946. Porém na madrugada ela foi roubada. E em agosto de 1954, com a plataforma da construção e a canalização do córrego da Ponte Alta que passava aos pés do Morro das Pitas, foi renovado o ato da Bênção da pedra fundamental. O Cardeal Legado Dom Giovani Piazza celebrou missa às 10h30 e, após a missa,
O projeto da nova Basílica foi encomendado pelo Cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta, em setembro de 1947, ao arquiteto Benedito Calixto de Jesus. A estrutura e os cálculos do concreto armado eram do engenheiro civil Paulo Franco Rocha. O início efetivo da construção ocorreu em 11 de novembro de 1955.

A primeira missa no local aconteceu no dia 11 de setembro de 1946, presidida pelo Cardeal Motta.

As atividades religiosas no Santuário, em definitivo, passaram a ser realizadas a partir do dia três de outubro de 1982.  Na manhã do dia três, o Arcebispo de Aparecida, Dom Geraldo Maria de Moraes Penido fez a entrega do templo, à Matriz-Basílica de Aparecida, ao redentorista e vigário da cidade Padre Elpídio Tabarro DalBó.  A imagem de Aparecida foi embarcada num carro do Corpo de Bombeiros e levada em cortejo pela cidade até o altar montado na Esplanada do Santuário, para uma celebração eucarística.
As obras sacras do Santuário de Aparecida são de responsabilidade do artista Cláudio Pastro que está à frente do projeto de criação de painéis, vitrais e de formas para o espaço da Basílica Nova.

No dia três de outubro de 1983, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – declarou, oficialmente, a Basílica de Aparecida como Santuário Nacional.
O Santuário de Aparecida foi beneficiado com a conclusão de uma grande obra rodoviária na região Sudeste. Em janeiro de 1951, foi inaugurada a Nova Rodovia Rio-São Paulo, a Rodovia Presidente Dutra, que substituiu a antiga ligação, em funcionamento desde 1928.
Na reunião inaugural da Comissão Permanente da CNBB, em 1952, o Cardeal Motta dirigiu ao clero e ao povo uma convocação para o Primeiro Congresso Mariano da Padroeira do Brasil para o ano de 1954, coincidindo com o Congresso Mariano Nacional, edição do Jubileu de Ouro da Coroação (comemorados a cada 25 anos, desde 1904) e das festividades do quarto centenário de fundação da cidade de São Paulo.

A imagem de Nossa Senhora Aparecida participou do Congresso da Padroeira do Brasil, desde a abertura (4) até o dia sete de setembro, quando, numa grande solenidade, deixou São Paulo para encerrar os festejos em Aparecida.

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) em sua Assembleia de 1953 determinou que a festa da Padroeira do Brasil fosse celebrada no dia 12 de outubro. Uma das razões para a escolha dessa data foi a aproximação da época do encontro da Imagem, que ocorreu na segunda quinzena de outubro de 1717.
Por ocasião da visita do Papa II ao Brasil, o então Presidente da República, General João Batista Figueiredo, promulgou a Lei n. 6.802, de 30 de junho de 1980, “declarando feriado federal o dia 12 de outubro para o culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida”, conforme consta no Diário Oficial da União de 1º de julho de 1980.

Em 1955, a imagem de Nossa Senhora Aparecida foi apresentada no 36º Congresso Eucarístico Nacional, realizado de 17 a 25 de julho, no Rio de Janeiro. Essa seria a segunda visita da Imagem ao Rio, desde a Coroação em 1931.
A paróquia de Aparecida foi elevada à Arquidiocese pelo Papa Pio XII, em 19 de abril de 1958, e instalada solenemente pelo Núncio Apostólico, Dom Armando Lombardi, em 8 de dezembro, no recinto do novo Santuário ainda em construção. Sob os limites territoriais da Arquidiocese ficaram Aparecida, Guaratinguetá e Lagoinha. Depois vieram Roseira (1965) e Potim (1991) como municípios emancipados.
Para melhorar o acesso dos peregrinos no trajeto entre as duas basílicas, o Santuário conseguiu o apoio do governo federal para a construção de uma passarela. A ideia foi lançada em 13 de julho de 1969, numa visita do Ministro dos Transportes, Mario Andreazza, a Aparecida.
Em 7 de agosto de 1969 foi assinado, por Andreazza e pelo então Presidente da República, Marechal Artur da Costa e Silva, o Decreto-Lei 747, que alterava o “Plano Nacional de Viação”. No Art. 1º era constituída a “BR-488, a ligação BR 116 ao Santuário Nacional de Aparecida”.
A Passarela da Fé foi construída pelo Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER). A ponte foi inaugurada em 19 de dezembro de 1971 pelo Ministro dos Transportes, tendo como Presidente da República Emílio Garrastazu Médici.

A imagem de Nossa Senhora chegou à Brasília pelas mãos do Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Carmelo Mota, no dia 10 de junho de 1962 para ser proclamada Padroeira oficial da Arquidiocese e da cidade. A consagração da Catedral de Brasília teve início com a leitura da mensagem Pontifícia, que declarava “Nossa Senhora Aparecida Patrona Principal da Arquidiocese”. Brasília também tem como patrono São João Bosco.
Em 1967, por ocasião dos festejos dos 250 anos do Encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, o Santuário recebeu uma Rosa de Ouro, uma distinção outorgada pelo Papa a pessoas, cidades ou centros de devoção como prova de estima.
A concessão da Rosa de Ouro foi anunciada pelo próprio Papa Paulo VI aos jornalistas brasileiros que acompanhavam a comitiva presidencial na viagem de Costa e Silva a Roma, em cinco de janeiro do mesmo ano. Durante as comemorações do jubileu de 250 anos, em 1967, foi reinaugurado o Museu Santuário, instalado no segundo andar da torre Brasília. Os correios também fizeram homenagens, lançando selos comemorativos da entrega da Rosa de Ouro e dos 250 anos da Imagem de Aparecida.
A Rosa foi abençoada pelo Papa no dia cinco de março de 1967. No dia 15 de agosto a Rosa foi entregue ao Santuário pelo legado Papal Cardeal Cicognani ao Cardeal Arcebispo, Dom Carlos Carmelo de V. Mota.
Entre os anos de 1965 e 1967 a imagem de Nossa Senhora Aparecida participou de uma grande e demorada jornada pelo Brasil,
Em 1968 a Imagem faria outras sete peregrinações menores e regionais. Mesmo depois do encerramento oficial da Peregrinação Nacional, em 1968 a imagem original de Nossa Senhora Aparecida sairia 11 vezes do Santuário. No período de 31 de agosto a 3 de setembro de 1972, a imagem de Nossa Senhora foi apresentada nas comemorações do aniversário da Independência do Brasil em São Paulo.
Papa João Paulo II esteve no Brasil no ano de 1980 e no dia 4 de julho visitou a cidade de Aparecida, na ocasião consagrou e concedeu o título e benefícios de Basílica Menor ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida.

A Basílica Velha foi oficialmente tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat), em 18 de abril de 1982. Além do secretário de Cultura estiveram presentes os membros da família Real, o príncipe Dom Pedro Gastão de Orleans e Bragança e seu filho Dom Francisco.
Durante a realização do XI Congresso Eucarístico Nacional em Aparecida, realizado de 16 a 21 de julho de 1985, Dom Geraldo Maria de Moraes Penido criou no dia 16 de julho, a Academia Marial de Aparecida. A instituição é o centro de estudos no campo da mariologia, composto por bibliotecas e acervo de publicações.

Os Missionários Redentoristas, responsáveis pela administração do Santuário Nacional, apoiados pelo então Cardeal Dom Aloísio Lorscheider, decidem implantar a Campanha dos Devotos em 1999. A Campanha dos Devotos é uma grande Família de fé e união dos fiéis que amam Nossa Senhora Aparecida e que, além de sua devoção, ajudam concretamente a Obra Evangelizadora da Casa da Mãe.
Em 1900, o Bispo Diocesano de São Paulo, Dom Antônio Cândido de Alvarenga, aprovou a publicação, pelos religiosos redentoristas, do jornal ‘Santuário de Aparecida’. O primeiro exemplar circulou com oito páginas em 10 de novembro.
Em 2010, num esforço conjunto para melhorar ainda mais a evangelização, a unidade Redentorista de São Paulo, o Santuário Nacional e a Fundação Nossa Senhora Aparecida inauguram o portal A12.com.Em abril de 2002 foi criada a Revista de Aparecida para ser um grande instrumento de comunicação e amizade entre os Devotos de Nossa Senhora e o Santuário Nacional. Para o público infantil foi criada a Revista Devotos Mirins, aproximando ainda mais as crianças a Mãezinha Aparecida.
Em oito de setembro de 1951 nasce a Rádio de Nossa Senhora Aparecida com o objetivo de Evangelizar através das ondas radiofônicas. A emissora é apoiada por seus inúmeros ouvintes que, abraçando o ideal da comunicação, tornam-se representantes e associados do Clube dos Sócios, projeto iniciado em sete de setembro de 1955.
No dia oito de setembro de 2005 o Santuário Nacional e a Fundação Nossa Senhora Aparecida celebram a inauguração da TV Aparecida. Em 2003 foi realizado um Concurso Nacional de Design para escolher a Coroa do Centenário de Coroação da Imagem de Aparecida. Participaram 167 artistas, de 17 estados brasileiros.
A coroa vencedora foi produzida em ouro amarelo de 18 quilates, projetada por Lena Garrido e Débora Camisasca, que trabalharam com delicadas hastes que convergiam para uma cruz, composta de pedras verdes e amarelas. O ano de 2004 foi marcado pelo Centenário da Coroação Pontifícia de Nossa Senhora Aparecida. A solenidade teve amplo significado com as comemorações da Proclamação de Nossa Senhora Aparecida como Rainha do Brasil e do Jubileu dos 150 anos da Proclamação do Dogma da Imaculada Conceição de Maria. Como reconhecimento da importância do Centenário, o Papa João Paulo II concedeu um período de Indulgências Plenárias, de maio ao final de dezembro. A visita do Papa Bento XVI aconteceu durante a V Conferência Geral Latino-Americano e Caribenho em Aparecida no ano de 2007. A viagem ao Brasil foi realizada no período de 9 e 13 de maio. Na programação do Papa estava confirmada a cerimônia de canonização do Frei Antônio de Sant’Anna Galvão em São Paulo.

O Pontífice retribuiu com uma Rosa de Ouro, a segunda ofertada pelo Vaticano ao Santuário Nacional. A primeira Rosa de Ouro foi presenteada, em 1967, pelo Papa Paulo VI, por ocasião do Jubileu de 250 anos do encontro da imagem. O Papa Francisco também garantiu sua passagem no Santuário de Aparecida, entre os dias 22 e 28 de julho de 2013 o Santo Padre esteve no Brasil para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Rio de Janeiro e incluiu em sua programação uma visita ao Santuário de Aparecida.  O Papa rezou diante da Imagem, celebrou a Santa Missa, abençoou os fiéis e visitou o Seminário Bom Jesus. Durante a Santa missa Dom Raymundo Damasceno, Cardeal arcebispo de Aparecida, ofereceu uma réplica da imagem de Nossa Senhora Aparecida esculpida em madeira, produzida por um artista do Vale do Paraíba. O Papa a beijou e apresentou aos féis, como retribuição, Francisco ofereceu um cálice ao Santuário Nacional.

O Papa Francisco, durante a sua visita, rezou a consagração a Nossa Senhora Aparecida lendo, pela primeira vez, a atualização que incluiu a figura do Cristo na oração, reforçam as características de intercessão e de cooperação da Mãe na obra de Deus.

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De acordo com a historiadora Tereza Pasin a imagem de Nossa Senhora Aparecida teria sido esculpida por volta do ano de 1600. “A provável pessoa que teria feito a imagem foi o frei Agostinho de Jesus, discípulo de frei Agostinho da Piedade, porque o tipo de escultura é o mesmo”, esclarece.

Frei Agostinho de Jesus, se ocupava em moldar na argila piedosas imagens da Imaculada Conceição. Eram pequenas e se destinavam a oratórios domésticos.

Não há informações sobre como a Imagem foi parar no rio Paraíba, antes de ser resgatada. Para a historiadora, a Imagem tanto pode ter sido jogada por alguém que quis se desfazer da imagem quebrada, ou a peça poderia estar abrigada em uma capelinha na cidade de Roseira, quando foi arrastada por uma enchente. “A capelinha desapareceu; isso foi escrito por um padre em 1956, que fala dessa enchente”, pontua.

Atualmente o Museu Nossa Senhora Aparecida expõe a “Coleção Santa Gertrudes de Imagens Paulistas do Século XVII”, conta com 54 obras produzidas há mais de trezentos anos. Um dos destaques da exposição é uma escultura de Frei Agostinho de Jesus com muita semelhança à imagem de Aparecida, encontrada pelos pescadores em 1717. A peça é tratada como ‘irmã’ da Imagem da Mãe Aparecida.

O Santuário de Aparecida está vivendo os preparativos para a celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba do Sul. Desde 2015 uma fac-símile da Padroeira está sendo enviada a diversas arqui(dioceses) e Missionários Redentoristas estão recolhendo de cada capital do pais, uma porção de terra para compor uma coroa especial para a Mãe Aparecida. O ano de 2017, ano do jubileu, será um grandioso momento para enaltecer a importância de Nossa Senhora Aparecida para fé no Brasil.
Hoje o Santuário Nacional é um complexo de evangelização que recebe milhões de romeiros todos os anos. Sua estrutura de acolhida, com estacionamento, sanitários, bebedouros, lanchonetes e outras comodidades ajudam o devoto a dedicar tempo para rezar, objetivo de todos os que aqui chegam. O trabalho pastoral diário conta com celebrações eucarísticas, sacramentos da penitência, batismo e matrimônio. Tudo no Santuário é feito com muito amor e acolhendo fraternamente a todos os que chegam pra visitar a Senhora Aparecida.

Horário das Missas
  • SEG
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
    • 19:00
  • TER
    • 7:00
  • QUA
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
    • 19:00
  • QUI
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
    • 19:00
  • SEX
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
    • 19:00
  • SAB
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
  • DOM
    • 7:00
    • 8:30 *
    • 10:00 ***
    • 11:30
    • 16:00
    • 17:30
    • 19:00 **

* Missas de Catequese

** Missa de Jovem

*** Missa da Família

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