COMO FOI O DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO?

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO

O Domingo de Ramos e da Paixão é uma festa litúrgica que celebra a entrada de Jesus em Jerusalém e o mistério da Sua Paixão e Morte. Em uma manhã ensolarada, no dia 25 de março, o pároco Pe. Nelson Antônio Linhares presidiu a celebração às 11h30, que teve início na parte externa da igreja, em frente ao salão paroquial, onde vários fiéis aguardavam ansiosamente a benção de seus ramos. Esses ramos nos remeteram à acolhida de Jesus em Jerusalém.

O Padre Nelson usou paramentos na cor vermelha, símbolo da entrega de Jesus. Ele começou a celebração invocando a Santíssima Trindade. Houve uma saudação acolhedora à comunidade, e em seguida, a água foi abençoada e aspergida sobre os ramos. Ao som do cântico, “Vem Oh! Água Viva”, os fiéis ergueram e movimentaram seus ramos.

Depois, o padre Nelson proclamou o Evangelho de Marcos (11,1-10), que narra a entrada de Jesus, montado em um jumentinho, em Jerusalém. Esse animal simboliza uma das características principais do Senhor: a humildade. Imediatamente, o padre conduziu a procissão de ramos com centenas de leigos e leigas. Além da presença do pároco, o cortejo contou com os membros das pastorais: Acólitos, Liturgia, Ministros da Eucaristia, acompanhados pelos músicos. Eles percorreram os jardins da igreja entoando cânticos em louvor a Jesus.

Centenas de pessoas já se encontravam dentro da igreja, aguardando a chegada triunfal da procissão, que levou o turiferário, duas lanternas, a cruz com a estola vermelha, o estandarte com a imagem de São José e o banner da Campanha da Fraternidade. Os leigos e as leigas cantaram fervorosamente o cântico “Hosana ao Filho de Davi” e balançaram seus ramos durante todo o percurso da procissão.

Após uma breve oração, houve a Primeira Leitura, extraída de Isaías (50,4-7) mencionando a fidelidade do verdadeiro discípulo de Deus, aquele que enfrenta qualquer contrariedade, perseguição, pois encontra no Senhor o seu consolo, a sua proteção. O salmo 21 demonstrou as súplicas de Jesus, que foi cantado por todos na igreja. A Segunda Leitura, da Carta de São Paulo aos Filipenses (2,6-11), retratou o total despojamento de Jesus. Ele se colocou prontamente a serviço de Deus, foi fiel, obediente, se humilhou até o momento de sua morte na cruz. O Pai o exaltou na sua glória, dando-lhe o nome de Senhor.

A proclamação da Paixão de Cristo, segundo Marcos (15, 1-39) foi feita sob a forma de um jogral com a participação do presidente da celebração, de uma dupla de leitores, da comentarista e dos fiéis. Ao final da leitura da paixão, houve um silêncio em respeito à morte de Jesus e, todos se ajoelharam por alguns segundos na igreja.

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Em sua homilia, o Padre Nelson falou da importância da Semana Santa como a semana maior para a nossa fé, nosso crescimento espiritual e humano. É a semana que nós vemos as atitudes práticas de Jesus, que se entregou na cruz para a salvação da humanidade; enfim, aquele que obteve a vitória sobre a morte, ressuscitou e nos deu uma vida nova. Foi o triunfo do Amor, o enviado por Deus, que veio ao mundo para nos trazer o seu Reino; a entrega total de Jesus por nós salientou sua solidariedade com a humanidade.

O padre enfatizou, ainda, que não houve um amor maior que esse gesto incondicional de Jesus por nós; que a cada Semana Santa atualizamos e renovamos a nossa fé; que a sua Paixão continua viva no dinamismo da história de nossa sociedade contemporânea, ou seja; as marcas de sofrimentos, de dores persistem até hoje, onde cada irmão ou irmã tem desrespeitados seus direitos fundamentais de cidadão. Evidenciou as facetas vivenciadas no Domingo de Ramos, passando de exaltação, de hosana, de festa no primeiro Evangelho à tristeza, à injustiça e à morte de Jesus no outro. Esses dois Evangelhos retrataram bem a nossa vida que é assim, bilateral; nós somos uma mistura de luzes e trevas e consequentemente, também, em nossas relações humanas, que são tão instáveis, inconstantes, descompromissadas.

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Apesar dos massacres, das humilhações, Jesus permaneceu e permanecerá a nos amar, mesmo no momento crucial do seu calvário. Na acolhida e nas dores, Jesus não permitiu que os sofrimentos envenenassem o seu coração, os projetos de Deus, os seus valores éticos. O pároco disse que o maior aprendizado do Domingo de Ramos foi enxergar Jesus Cristo como uma inspiração para a nossa caminhada de fé; sua maneira peculiar de enfrentar, lidar com os sofrimentos; sua firmeza, sua determinação, sua coragem reveladas diante das tribulações da vida.

Após a homilia, na profissão de fé, a oração foi rezada habitualmente em dois coros pelos paroquianos. Em seguida, houve a oração da comunidade baseada em súplicas ao Senhor para que nós sejamos fiéis instrumentos do seu Reino. No momento das oferendas, o Padre Nelson utilizou novamente o incenso no altar. Um acólito incensou, também, o sacerdote e repetiu o mesmo gesto em direção aos fiéis.

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A Pastoral da Acolhida e os ministros da Eucaristia auxiliaram o padre durante a comunhão, distribuída em duas espécies, e um músico animou a celebração com lindos cânticos. O pároco rezou a oração pós-comunhão seguida de uma Ave-Maria pela intenção dos falecidos, dos aniversariantes dizimistas da igreja e por todos os participantes da missa.

No final, o padre destacou a programação da Semana Santa, disponível em folder, no jornal da Família e nas redes sociais da igreja: salientou o sacramento de reconciliação, divulgou os horários especiais de confissões individuais e comunitárias; avisou sobre a sequência da Campanha São José é 10; convidou as mulheres para o grupo Partilha de Vida e toda a comunidade para participar do seminário Vida no Espírito Santo, promovido pelo grupo Resgate, além da parceria com a Associação dos Amigos da Irmã Benigna pela coleta de assinaturas pela sua beatificação.

Imediatamente, o pároco deu uma benção especial ao pãozinho e às uvas distribuídos às crianças, que rezaram a oração do Santo Anjo. Essa belíssima celebração culminou com a oração final e a benção aos fiéis. O padre Nelson disse, ainda, que: “O tempo é hoje, nossa Semana Santa está acontecendo agora! Lembramos desses ramos e saibamos honrar o compromisso com Deus ! Vivamos intensamente esse rico momento espiritual ”

(Texto: Luciana Lemes – Pascom)

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