BÊNÇÃO PARA OS ANIMAIS NO DIA DE SÃO FRANCISCO

PAPA FRANCISCO,  O AMIGO DOS BICHOS

 Em uma carta recente, o Papa Francisco afirma que seres humanos e animais estão todos interconectados: “Temos um só coração, e as mesmas mazelas que nos levam a maltratar um animal logo se manifestarão no nosso relacionamento com outras pessoas. Todo ato de crueldade contra qualquer criatura é contrário à dignidade humana.” Para celebrar o dia de São Francisco de Assis nesta quarta-feira (4), paroquianos da Igreja São José, vão participar da benção dos animais. Essa celebração acontece às 17h,  no pátio, em frente ao Salão Paroquial. A Igreja fica na Av. Afonso Penna, s/nº-Centro BH.

 Pets, uma paixão mundial

Eles são mais de 130 milhões no mundo inteiro: cachorros, gatos, aves, peixes e alguns tipos mais exóticos. O Brasil ocupa o quarto lugar em população total de animais de estimação, aponta o IBGE.  Em Belo Horizonte existem mais de 270 mil cachorros e cerca de 54 mil gatos, segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade. E se em casa eles estão tomando o lugar que antes  era das crianças, nas cidades estão ganhando espaços criados especialmente para eles. Muitos parques têm hoje áreas exclusivas para cães, um ponto de  encontro e socialização dos animais. Aqui na Igreja São José não é difícil vê-los nos jardins passeando com seus donos e o encontro com todos é diário.

Os nomes são um capítulo à parte. Estela é uma alegre vira lata, Augusto Júnior é o nome de um Pug, Chamboca  é um  Cocker Spaniel, Linda , uma poodle que faz jus ao nome, Kiara é uma charmosa Yorkshire. Já a periquita, o nome é Loló. Tem até o Zezinho, o peixinho. E quer saber o que todos tem em comum?  Todos fazem parte de um time poderoso o mundo pet. Apesar da recessão esse mercado não sentiu a recessão. De acordo com os dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), em 2016, o setor faturou R$ 19 bilhões no Brasil – crescimento de 5,7% em relação a 2015, quando fechou em R$ 18 bilhões.

Mas a paixão pelos pets tem explicação: além do amor incondicional pelos donos, os animais auxiliam na cura de doenças do corpo e da alma.  Não é difícil ver moradores de rua que possuem como única companhia o cachorro. Muitas vezes, eles não tem nem o que comer, mas não deixam o seu melhor amigo sem ração, coleira e até roupinha. O carrinho de supermercado se transforma em cama e porque não, em carrinho de bebê para carregar o bichinho. Apesar de toda a dificuldade de quem mora em situação de risco, o cachorro não abandona o seu dono é fiel e leal até o fim. Deve ser por isso, que muitos dizem que eles são os melhores amigos do homem.

Animais que ajudam na recuperação de doenças

Quem nunca ouviu uma história de amor de cães que deram a vida pelos seus donos. Aposentadoria, dificuldades financeiras, solidão. Tudo veio ao mesmo tempo. O coração do aposentado Caetano Costa não aguentou. Foram três enfartes e uma grande depressão.

“Eu perdi 70% do meu coração. É muito complicado para a cabeça saber que isso não tem volta e ter que lidar com isso. É preciso ser muito forte emocionalmente”, diz ele. Foi com a ajuda de um velho amigo que Caetano voltou a sentir prazer pela vida: Athos, o cão da raça labrador da família. “Ele foi meu parceiro de vida, meu companheiro. Ficava deitado ao meu lado, brincava comigo. Eu conversava com ele. Nesse retorno à vida, ele me deu carinho, atenção e dedicação”, conta o aposentado.

Hoje, Athos é um retrato na parede. O amigo morreu deixando uma lição. “Ele não cobra nada, não pede nada, nem comida se você não der. Ele vai  em busca. E nessa busca eu voltei a aprender”, conta Walter, que faz exames regularmente no Instituto do Coração (Incor). O médico reconhece que a amizade com o cachorro foi fundamental na recuperação.

Anjos dos Anjos de patas

Em Belo Horizonte existem 40 mil cachorros abandonados. Na contra mão de quem abandona e maltrata os animais existem pessoas que são os anjos dos anjos de patas. Aqui na Igreja São José não é difícil ver pessoas alimentando e cuidando dos pets que são abandonados.  E até para dar carinho é preciso ter paciência. Muitos são muito assustados depois de enfrentar todo tipo de maldade na rua.

O que fica é que, independente de você ser uma amante de animais, para os católicos fica a certeza de que cada um nasce com um dom: cuidar de animais, de crianças abandonadas, de velhos, de pessoas que se drogam, da natureza. Enfim, cada um nasce com seu dom, que ao longo da vida se manifesta. Se cada um comprar a ideia do seu dom e colocar em prática, a vida será uma unidade na diversidade. Essa é a vida de tantas pessoas que amam os animais e dão a vida por eles.

 Pensando nisso tudo ficam algumas lições:

  • Nunca permita que maltrate os animais;
  • Ë preciso haver respeito mútuo de quem gosta e de quem não gosta de animais;
  • O  mais  é só aproveitar o amor incondicional que eles podem nos dar.

 

 

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