A EXPECTATIVA DO NATAL PELO MUNDO

Na Itália, nos Estados Unidos e em Lisboa , conheça os simbolos e as luzes da festa. Do presépio napolitano às ruas coloridas de Nova York.

A primeira parada é em Lisboa. As luzes daqui estão entre as mais bonitas da Europa, 2 milhoes e 300 mil lâmpadas enfeitam as ruas da cidade. Tiirando o frio do inverno europeu, o natal em Portugal é bem parecido com o  do Brasil: presentes,  presépios, papai noel. Opa! Taí uma diferença. Lá o bom velhinho tem outro nome,  Pai Natal.

 

Em Nápolis, uma tradição de  300 anos torna o Natal italiano mais próximo da vida das pessoas o presépio napolitano com suas figuras expressivas de alegria ou sofrimento. Os Presépios  emocionam  com  os pastores clássicos mas também diverte com um retrato mais humano da atualidade.

Em Nova York,  na luxuosa e 5ª Avenida tem  vitrines que são obras de arte.  E agora que papai noel escapou da  corda bamba da economia , as miniaturas fazem  o balé do comercio dão boas vindas a pelotões de turistas. E quando os pés  cansam de  tanto comprar ou patinar tem coreografia na fachada do edifício, Longe da agitação  do comercio, quem faz o show são as  próprias famílias  na porta de casa. E no natal das famílias em Nova York tem espaço para construir a cidade dos  brinquedos, relembrando que esse é o momento  para se viver sonhos e realizar fantasias.

O Natal de Luz em Gramado

 Mas bem aqui no Brasil Canela e Gramado são as cidades que mais investem no Natal. Na chegada já da para sentir o clima. A natureza é abençoada mas, a principal a atraçao  é o colorido especial com  os presonagens do  Natal luz e os visitantes são  convidados a desfilar pelas ruas da cidade na companhia do  papi noel. À noite mais de 1 milhao de pontos de luzes iluminam  patinadores  bailarinos e carros alegóricos nos  desfiles de rua e transformam a dança das águas num show inesquecível.

Onde o Natal começa  mais cedo

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Acho que é na Holanda, nas cidades à beira-mar. No último sábado de novembro, quase sempre o dia antes do primeiro Domingo do Advento, todos reúnem-se no porto, para esperar a chegada de S. Nicolau, ou ·Sinter Klaas· como eles dizem. De navio ele vem vindo da Espanha. Por que da Espanha? Talvez porque era o mais longe que antigamente os pescadores holandeses podiam imaginar.

Aclamado por adultos e crianças, ao bimbalhar de todos os sinos, S. Nicolau desembarca, longo manto vermelho de bispo, mitra muito alta, luvas brancas, muito solene. As festas de Natal podem começar.

Nos países de língua inglesa, S. Nicolau ou Sinter Klaas recebe um nome diferente: Santa Claus, mas tem as mesmas características.

 Mais para o norte, a festa da Luz

Na Suécia, na manhã do dia 13 de dezembro, uma das meninas da família, parece que a mais velha, leva para todos na cama o café da manhã.

Ela vem na ponta dos pés, carregando a bandeja fumegante. Toda vestida de branco, a barra varrendo o assoalho, trazendo na cabeça uma grinalda de ramos verdes com velas acesas. É a luz, a alegria, a vida que chega. É manhã de Santa Luzia, ou Lúcia.

Lúcia, Luzia, esse nome vem de ·luz·. Conta-se que era uma moça da cidade de Siracusa, na Sicília, que morreu por causa de sua fé em Jesus, lá pelo ano 304, no tempo do imperador Diocleciano. Conta-se que, para evitar o casamento com um pagão, deu aos pobres todos os seus bens e morreu degolada. Por causa de seu nome (Lúcia, Luzia, luz) e de sua fé, sempre esteve ligada com a idéia de luz, e é considerada padroeira dos que sofrem da vista.

Festejar Santa Lúcia-Luzia, a que traz a luz, logo antes do Natal, é uma idéia inspiradora: anuncia que está para chegar Jesus, ·a verdadeira luz, que vem a este mundo para iluminar a todos· (Jo 1,9).

Na Suécia e países vizinhos, no Natal, é costume preparar à mesa um lugar a mais. É o lugar reservado para o primeiro que bater á porta que fica aberta nesse dia.

Leste Europeu

Na Polônia, o Natal está muito fundo no coração de todos. Na tarde de 24 de dezembro estão todas à janela, à espera da primeira estrela. Ela é que vai dizer que está começando a festa esperada durante o ano todo.

Reúne-se a família toda em volta da mesa lindamente preparada. Em muitas famílias, para que ninguém se esqueça que Jesus nasceu num estábulo, o chão está coberto de feno. Antes de mais nada todos, até mesmo os animais da casa, devem comer, nem que seja um pedacinho, do Oplatek, uma espécie de torta fina, onde estão gravadas as imagens de Jesus Menino, de Maria e de José. Depois, bem, depois há muita coisa boa. Mas, à mesa, ficam sempre dois lugares vazios. Pois, quem sabe, Maria e José podem chegar de repente.

Depois que todos comeram, é hora de abrir os presentes. E depois vem a Missa da Meia-Noite, e todos se dão as boas-festas: Wesolyzh Swiat Bozego Narodzenia!

Mais para o leste ainda, nas terras que costumamos incluir sob o nome de Rússia, temos o Natal da Igreja Ortodoxa. Esses cristãos celebram o Natal no dia 6 de janeiro, depois de uma preparação de quarenta dias de jejum. Durante esses dias todos, lâmpadas ardem diante dos ícones; a mesa está coberta com uma toalha branca, e sobre ela estão o sal, o pão e os alimentos dos dias de jejum; o chão está coberto de palha para lembrar o estábulo de Belém.

Depois do longo jejum, tem sentido muito especial a ceia de Natal, abundante, com ganso recheado, leitoa, mingau de trigo, compotas de frutas e mais, muito mais. Mais tarde, na igreja, a celebração da eucaristia com todas as pompas da tradição oriental.

Também na Grécia os cristãos ortodoxos celebram o Natal no dia 6 de janeiro como a festa da Epifania, quer dizer, da Manifestação do Salvador, como era feito na Igreja dos primeiros séculos. Já os presentes para as crianças chegam no dia primeiro de janeiro, festa de S. Basílio, um monge antigo e muito santo, que gostava de ajudar a todos, principalmente aos pobres. Por isso nesse dia todos comem um pedaço do ·Pão de S. Basílio·. No meio da massa está escondida uma moeda de ouro ou de prata; quem a achar, terá um ano de muitas bênçãos como diz a tradição.

Itália

Talvez os presépios mais bonitos do mundo sejam os italianos, com aqueles cenários de sonho e de saudade, cheios de ruínas antigas e de lembranças das aldeias perdidas nas montanhas, apinhados de gente como as ruas de Nápoles, gente que vive o dia-a-dia das donas de casas, dos vendedores de vinho ou de galinhas, sapateiros, alfaiates, mendigos, frades e freiras, crianças e velhos, anjos, camelos e ovelhas.

Não falta a missa da noite, celebrada pelo papa na basílica de S. Pedro, ou pelo padre do paese na igrejinha sem história. A ceia, com muita comida e bom vinho, o panetone por quase toda a parte, as canções de Natal. Ou melhor, uma canção que ressoa por toda a parte, e que faz o Natal italiano diferente dos de outras terras, onde se canta o padronizado Jingle Bells, ou o universal Noite Feliz. Na Itália canta-se o Tu scendi dalle stelle (literalmente:Tu desces das estrelas), ou numa tradução bastante conhecida: Eis que lá das estrelas.

Numa tarde, às vésperas do Natal, na Piazza Navona, em Roma, pastores tocavam essa melodia nas suas zampogne (gaitas de fole). Um dos nossos perguntou a um dos pastorzinhos: · ·Sabe de onde vem essa música?· E ele sem duvidar respondeu: · ·Dizem que é dos anjos!·.

Pois bem, essa melodia, que ainda hoje se canta e encanta, foi composta, ao redor de 1755, por Sto. Afonso M. de Ligório (1696-1787), fundador de nossa Congregação dos  Redentoristas.

Também na Itália as crianças esperam seus presentes até o dia de Reis, 6 de janeiro, a festa da Befana. Hoje, para muitas crianças italianas a Befana é apenas uma velha muito velhinha, que traz presentes para as crianças que se comportaram bem. Mas, na verdade, é uma personificação da Epifania (palavra grega que significa ·Manifestação·, a Manifestação do Salvador). A palavra Epifania transformou-se, na linguagem do povo, em Befana. Traz presentes para lembrar os presentes trazidos pelos Magos; é velhinha, cheia de ternura, como toda vovó. (Há outras interpretações para a figura da Befana; mas não vêm ao caso.)

Portugal

Antigamente na véspera de Natal, ao jantar, só se comia bacalhau cozido com batatas e couves. Sem faltar um bom vinho verde tinto.

Só depois da Missa a que se chama “Missa do Galo” é que se comiam os doces: rabanada, sonhos ou filhós (bolinhos de farinha e ovos, fritos e em geral com calda de açúcar), acompanhados de vinho do Porto.

Algumas famílias não desmontam a mesa da ceia porque, como diz a tradição, os anjos virão aproveitar o que sobrou.

Horário das Missas
  • SEG
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
    • 19:00
  • TER
    • 7:00
  • QUA
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
    • 19:00
  • QUI
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
    • 19:00
  • SEX
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
    • 19:00
  • SAB
    • 7:00
    • 8:00
    • 18:00
  • DOM
    • 7:00
    • 8:30 *
    • 10:00 ***
    • 11:30
    • 16:00
    • 17:30
    • 19:00 **

* Missas de Catequese

** Missa de Jovem

*** Missa da Família

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