BENÇÃO PARA OS BICHOS NO DIA DE SÃO FRANCISCO

No dia 4 de outubro, 4ª feira, é o Dia de São Francisco de Assis e se você tem um bichinho de estimação, a Igreja São José  vai realizar, às 17h, uma Bênção Especial para eles, no pátio, em frente ao Salão Paroquial e vai rezar por eles nas missas de 7 e 18h. Para celebrar a data, o site preparou uma matéria especial para aqueles que tem a missão de amar, alegrar, ser companhia, estar ao lado  de seus donos, muitas vezes quando não se tem mais ninguém.  E se você tem uma história para contar sobre o seu companheiro, envie uma mensagem para o 

e-mail:pascomigrejasaojosebh@gmail.com  

Mande também uma foto e faça uma homenagem para o seu amigão. Todas as fotos serão publicadas no site.  PARTICIPE!!

 Aqui na Igreja São José, muitas são as histórias. Estela é uma alegre vira lata Augusto Júnior é o nome de  um pug, Chamboca  é um  Cocker spaniel, Linda , uma poodle que faz jus ao nome, Kiara é uma charmosa yorkshire. Já a periquita, o nome é Loló e a papagaia que joga beijo e ri se chama Tuca. Sem falar, numa família de agapornis Mariazinha e Caetano, Mada e Juca, Blu e Sol e os irmãos metralhas. Tem até o Zezinho, o peixinho.  E quer saber o que todos tem em comum?  Todos fazem parte do time anjos de patas, penas e escamas. Ah! Os seus donos tem um AMOR ANIMAL por cada um deles.

Quem nunca ouviu uma história de cães que deram a vida pelos seus donos?  Não é difícil ver moradores de rua que possuem como única companhia o cachorro. Muitas vezes, eles não tem nem o que comer, mas não deixam o seu melhor amigo sem ração, coleira e até roupinha. O carrinho de supermercado se transforma em cama e porque não, em carrinho de bebê para carregar o bichano. Apesar de toda a dificuldade de quem mora em situação de risco, o cachorro não abandona o seu dono é fiel e leal até o fim. Deve ser por isso, que muitos dizem que eles são os melhores amigos do homem.

Cãozinho ajuda jovem a vencer câncer linfático

A história de Bia e Nick, o simpático cãozinho da raça pug, começa de um jeito triste. Em 2005, a família feliz, com uma vida tranquila, viu o mundo desabar do dia para a noite. Bia estava com um câncer linfático. Logo começaram as sessões de quimioterapia e radioterapia, que levaram um ano e meio. Mas um remédio fez toda a diferença durante o tratamento: o amor dos pais e de um amigo especial, cheio de energia e de carinho para dar. Esse amigão é Nick, que ajudou Bia a enfrentar a doença. Naqueles dias difíceis, dolorosos, o pug era a ligação da menina com o mundo sem sofrimento.

“Isso me ajudou a superar a fase difícil da doença porque eu me entretinha, não ficava pensando em coisas ruins, como o tratamento em si, conta Bia.

“E se ele a visse chorar, ficava meio apavorado. Ele é tranquilão, está sempre deitadinho. Mas quando ela chorava, ele ficava agitado e andava de um lado para o outro, preocupado, querendo fazer alguma coisa. Ele olhava muito para mim e, em seguida, para ela. Dava a impressão de que ele queria que fizéssemos alguma coisa porque ela estava chorando. Ele percebia que ela não estava se sentindo bem. Era incrível como ele demonstrava isso”, conta a mãe de Bia.

Tenho uma dívida de gratidão imensa com ele, porque eu via que ele conseguia alegrar a minha filha. Nas piores horas, ele estava ali. É engraçado como a família toda participou disso: minha mãe, minha irmã, minhas sobrinhas. Todo mundo tem um carinho muito especial por ele. Todo mundo tem esse sentimento de gratidão por ele”, conta a mãe de Bia.

Animais que trabalham no resgate de vítimas

Salvar vidas: essa missão tão nobre transforma o Corpo de Bombeiros em uma fábrica de heróis humanos e também caninos. O treinamento dos cães farejadores começa cedo, assim que os filhotes chegam ao quartel. Os exercícios não param nunca, devem seguir por toda a vida. Não é preciso ficar com pena dos cachorros, achando que eles têm uma vida difícil, sacrificada. O que para os homens parece trabalho, para eles é uma grande brincadeira. A cadela treina para passar por locais estreitos, como se estivesse entre os destroços de um desabamento. Mas o maior talento desses animais é natural: o poderoso faro, 40 vezes mais sensível que o olfato humano. Basta soltar Anny e ela encontra rapidamente um bombeiro escondido na mata.

Anny já enfrentou essa situação muitas vezes. Ela é um cão labrador do Corpo de Bombeiros. Quem não lembra de acidentes em que os cães eram ajudam os bombeiros na procura dos corpos. E as vítimas sempre estavam onde ela havia sinalizado. Esse talento todo rendeu a Anny uma vaga de profissional no quartel dos bombeiros Foram oito anos de carreira, sempre resgatando pessoas, cuidando de vidas. Hoje ela está reformada.

Labrador guia passos de cega

Longe de casa, a palavra proteção move a amizade entre Cristiane Rein e o labrador Higgans. Em Belo Horizonte, em Betim,  uma situação incrível: a porta do elevador se abre, Higgans sai e Jaqueline, que é cega, fica perdida entre os andares. Quando ela finalmente consegue voltar, o labrador, de 40 quilos, está lá.

“Ele ficou me esperando na porta até que eu descesse do elevador. Ele sabia melhor do que eu qual andar onde teria que descer. Este é o marido fiel”, diz Cristiane.

Fidelidade canina. Também, pudera. O labrador, de cinco anos, foi doado por uma ONG americana. Ele é visto como uma parte da dona.  “Ele é meus olhos. Não me deixem sem ele, porque eu me sinto completamente cega”, diz  Cristiane “.Costumo dizer que o Higgans salva a minha vida todos os dias, porque ele me avisa sobre todos os obstáculos. Já imaginou quantas escadas eu poderia ter rolado abaixo, quantos buracos se eu não tivesse ele? Ele está aí para isso. É o meu filhote. Tenho um amor muito grande por ele”, declara Cristiane.

Anjos dos Anjos de patas

Os gatos parecem tranquilos. Mas não se engane: são espertos e reservados. Mas também são carinhosos com quem demonstra confiança. E dá para notar que em um abrigo para animais, a empresária Samantha Cavalcanti é a rainha do pedaço. Uma paixão que começou na infância, assaltando a geladeira de casa. “A lembrança mais remota que eu tenho é de quando eu subia em banquinhos, depois de esperar a família dormir, para roubar comida e alimentar cãezinhos e gatos de rua”, conta.

Há 12 anos era apenas um. Agora são 230, todos tirados das ruas. Se ela vir um bicho maltratado, deixa tudo de lado.  “Estou tocando minha vida naturalmente. Quando vejo um animal atropelado, com bicheira, pelado, uma gatinha muito desnutrida, perco a cabeça, perco a razão”, diz Samantha.

Muitos animais chegam ao canil tão feridos e doentes que normalmente seriam sacrificados. Mas no local essa prática não existe. Todos recebem tratamento. Os veterinários se esforçam para que os bichos fiquem curados.Consulta, banho, tosa. Mas até para dar carinho é preciso ter paciência. Muitos chegam assustados depois de enfrentar todo tipo de maldade na rua.

Samantha sabe o nome de boa parte dos animais. Nesse santuário, os bichos não estão disponíveis para adoção, já foram adotados. E para quem acha que essa estrutura toda é um baita exagero, ela tem a resposta: “A vida é uma diversidade, bonita e encantadora. Cada um nasce com um dom: cuidar de animais, de crianças abandonadas, de velhos, de pessoas que se drogam, da natureza. Enfim, cada um nasce com seu dom, que ao longo da vida se manifesta. Se cada um comprar a idéia do seu dom e colocar em prática, a vida será uma unidade na diversidade. Essa é a minha vida. Estou felicíssima”.

Pensando nisso tudo, essa reportagem quer deixar algumas lições:

  • Nunca permita que maltrate os animais
  • Como disse o Papa Francisco é  preciso haver amor e respeito aos animais
  • O  mais  é só aproveitar o amor incondicional que eles podem nos dar

São muitas histórias emocionantes, se você também tem uma historia bacana para contar do seu bichinho de estimação escreva  para o e-mail : pascomigrejasaojosebh@gmail.com  e mande uma foto. Faça essa homenagem para seu amigo no site.

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