DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AIDS

Dia Mundial da Luta contra a AIDS é comemorado anualmente em 1º de dezembro.

A data tem o objetivo de conscientizar a população sobre uma das doenças que mais mata no mundo: a AIDS.

Não apenas informar as pessoas sobre os sintomas, perigos e formas de se prevenir da doença, o Dia Mundial de Luta contra a AIDS também tem a função de auxiliar no combate contra o preconceito que os portadores de HIV – vírus humano de imunodeficiência – sofrem na sociedade por causa da doença.

A sigla AIDS vem do inglês Acquired immunodefiecience syndrome, que em português significa “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida”.

O vírus da AIDS (HIV) destrói as células brancas do organismo, responsáveis em proteger e combater doenças no corpo humano.

Com a destruição das defesas do organismo, o corpo fica bastante fragilizado e propício a ser atacado por inúmeras doenças, como pneumonias, infecções, herpes e até mesmo alguns tipos de câncer.

COMO SE CONTRAI O VÍRUS DA AIDS?

A AIDS pode ser transmitida através do contato de fluídos corporais do infectado com o sangue de uma pessoa saudável, por meio de relações sexuais sem preservativo (camisinha), transfusões de sangue ou compartilhamento de seringas e agulhas.

Atenção: beijos de língua, abraços ou contatos com a pele da pessoa portadora de HIV não transmite a doença!

A doença não tem cura, mas pode ser tratada com coquetéis antiaids, quando diagnosticada a tempo, melhorando a qualidade de vida do infectado.

ORIGEM DO DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AIDS

O Dia Mundial de Luta contra a AIDS foi criado pela Organização Mundial da Saúde(OMS), com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), em uma Assembleia realizada em outubro de 1987.

O governo brasileiro, através do Ministério da Saúde, promove campanhas de apoio ao Dia Internacional de Luta contra a AIDS desde 1988.

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

O “Boletim Epidemiológico HIV/Aids”, do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde (DIAHV/SVS/MS), publicado dia 27 de novembro registra que no Brasil, em 2017, foram diagnosticados 42.420 novos casos de HIV e 37.791 casos de aids, com uma taxa de detecção de 18,3/100.000 habitantes (2017), totalizando, no período de 1980 a junho de 2018, 982.129 casos de aids detectados no país.

Desde o ano de 2012, observa-se uma diminuição na taxa de detecção de aids no Brasil, que passou de 21,7/100.000 habitantes (2012) para 18,3/100.000 habitantes em 2017, configurando um decréscimo de 15,7%; essa redução na taxa de detecção tem sido mais acentuada desde a recomendação do “tratamento para todos”, implementada em dezembro de 2013.

A campanha da Pastoral da Aids, a ser realizada pelos agentes da Pastoral da Aids e de outras pastorais nas dioceses do todo o Brasil, a partir do dia primeiro de dezembro conta com cartazes e panfletos e foca em três grandes objetivos. O primeiro é lembrar a população brasileira que Aids não tem cara, por isso é tão importante o diagnóstico precoce: quanto antes souber, maior a possibilidade de preservação do estado de saúde. O segundo é destacar que não existe mais o “coquetel da aids” como era na década 90, hoje o tratamento é mais simples: menos comprimidos e doses, mais eficiência e praticidade. O terceiro é ressaltar que a Aids não tem mais “cara de morte”, pois é possível ter saúde e vida plena, mesmo vivendo com o vírus HIV. Mais informações: www.pastoralaids.org

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